Como prevenir o câncer bucal

Abril é o mês da conscientização do câncer bucal e, durante os exames clínicos, realizados pelos dentistas, a busca por sinais e sintomas, que possam sugerir um câncer bucal, fazem parte da rotina dos exames odontológicos.
Durante a consulta, seu dentista examinará cuidadosamente a parte interna da sua boca e a língua.
Uma pequena mancha branca, ou vermelha, ou uma ferida, que não cicatriza, pode ser o sinal de algo mais sério.

Na maior parte dos casos, as lesões que aparecem em nossa boca, são inofensivas, mas o problema é que as prejudiciais, muitas vezes, têm aspecto idêntico.
O câncer bucal pode aparecer em varias regiões da boca, mas, geralmente, o lábio inferior, é o local de sua maior incidência.
Glândulas salivares, amígdalas, parte posterior da garganta, esôfago, língua e tecidos moles, são outras regiões, onde, esse tipo de tumor, se instala.
O fumo, combinado com o excesso de bebida alcóolica, é um dos principais fatores de risco, para o aparecimento do câncer bucal.
O diagnóstico precoce é fundamental, para o sucesso do tratamento, caso contrario, ele pode levar a óbito.
O câncer bucal pode exigir tratamentos que vão, da cirurgia (remoção) à radioterapia, ou quimioterapia.
Os dentistas são preparados, para detectar os primeiros sinais do câncer bucal, durante a anamnese e exame clínico, contudo, caso você perceba um dos sinais abaixo, deverá informá-lo:

– Ferida na boca sem cicatrização (sintoma mais comum)
Dor na boca que não passa (também muito comum, mas em fases mais tardias).
– Nódulo persistente ou espessamento na bochecha
Área avermelhada ou esbranquiçada nas gengivas, língua, amídala ou revestimento da boca.
– Irritação, dor na garganta ou sensação de que alguma coisa está presa ou entalada na garganta.
– Dificuldade ou dor para mastigar ou engolir
– Dificuldade ou dor para mover a mandíbula ou a língua.
– Inchaço da mandíbula que faz com que a dentadura ou prótese perca o encaixe ou incomode.
– Dentes que ficam frouxos ou moles na gengiva ou dor em torno dos dentes ou mandíbula.
– Mudanças persistentes na voz ou respiração ruidosa.
– Caroços no pescoço.
– Perda de peso.
– Mau hálito persistente.

(Fonte: Hospital de Câncer de Barreto)

Mascar tabaco oferece um grande risco a desenvolver o câncer bucal.
O melhor a se fazer é não fumar, nem usar, quaisquer outros produtos, derivados do tabaco.
Lembre-se que, ao acender um cigarro, um charuto, ou um cachimbo, sua saúde, se compromete, de uma maneira geral.
Já é comprovada a ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas.
O fumo dificulta, o combate a infecções, reparação de tecidos, causa mau hálito, mancha os dentes, além de interferir no processo de cicatrização.
Jovens, com esse habito, podem ter, o seu crescimento e desenvolvimento, retardados.
Os fumantes desenvolvem, na maioria das vezes, uma fadiga olfativa, que impede que sintam o odor, ou sabor, como antes.
Esse hábito aumenta suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago.
Um alerta também deve ser dado, a exposições prolongadas ao sol, pois o risco de câncer labial aumenta.
Uma vez diagnosticado o câncer, uma equipe de especialistas, que inclui o cirurgião dentista, desenvolve um plano de tratamento especial, para cada paciente.
Portanto, a prevenção é melhor solução.

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