DTM: Em quais casos a cirurgia é necessária?

A disfunção temporomandibular (DTM) é um grave problema que pode acometer a saúde bucal de qualquer pessoa. É um termo que engloba problemas clínicos que incluem músculos da mastigação, articulação temporomandibular (ATM) e as estruturas associadas. A DTM é o diagnóstico mais comum quando pacientes reclamam de dor ao mastigar, falar e até mesmo respirar. Por mais comum que seja, o tratamento para essa doença pode ser diferente em cada caso, sendo a cirurgia uma opção. Mas, ela só costuma ser indicada em situações específicas. Saiba aqui, o quanto o método cirúrgico é necessário, tire sua dúvidas.

Um profissional deve avaliar o quadro para indicar o melhor tratamento
Ao notar esses incômodos, o paciente deve correr ao dentista. Depois de fazer todos os exames necessários, o profissional deve analisar o que pode estar causando o problema. Assim, em seguida, ele pode direcionar os procedimentos para um tratamento específico da doença. Os tratamentos dependem do tipo de DTM que o paciente apresenta e do diagnóstico, já que são vários os tipos. Mas, na maioria das vezes, associamos alguns tratamentos para ter um resultado positivo. Os tratamentos podem variar entre:

Tratamentos para DTM
– Placa oclusal estabilizadora ou reposicionadora
– Viscossuplementação
– Fisioterapia
– Termoterapia
– Agulhamento seco ou medicamentoso
– Laserterapia
– Artrocentese
– Toxina Botulínica
– Artroscopia
– Artrotomia

Cirurgia para DTM nunca é a primeira opção 
Dentre as opções citadas pela profissional, artrocentese, artroscopia e artrotomia representam procedimentos cirúrgicos. Mas elas nunca são a primeira opção. Existem diversas terapias minimamente invasivas que devem ser realizadas antes de propor um tratamento cirúrgico para o paciente, explica ela. Apesar disso, o caso muda quando os procedimentos conservadores não obtiverem sucesso. Uma outra situação é quando o paciente apresenta tumores ou anquiloses na região. Nesses casos, talvez, a cirurgia seja o melhor caminho. Apenas um especialista que tenha uma familiaridade com o caso pode definir.

Não deixe de tratar a DTM
Quanto mais cedo o paciente tratar da DTM, mais rápido os sintomas vão embora. E olha que eles podem incomodar bastante. Dentre os principais sinais do problema, a cirurgiã-dentista cita alguns. Destaca-se a dor muscular mastigatória, hipersensibilidade, fadiga e rigidez muscular dos músculos da face. Também podem ter alterações na ATM, caracterizadas por dor de ouvido, zumbido, limitação na abertura bucal, desvio ou deflexão mandibular e má oclusão. Se os incômodos passarem a ser constantes, a qualidade vida do paciente pode ter um enorme impacto. Para evitar que isso aconteça, não deixe de consultar um profissional de confiança para fazer o diagnóstico preciso.

Fonte: blog Sorrisologia

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